sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Astrologia dos cinco elementos

Milhões acreditam em astrologia, e embora na maior parte das vezes, as previsões são tão precisas quanto o jogo do par-ou-ímpar, ainda tendemos a continuar mantendo os colunistas bem ocupados.
Estamos todos equivocados?

O problema não está na crença em si, mas na espécie de culto escolhido para exercê-la. A astrologia que conhecemos já era usada pelos romanos, sendo sua descrição dos signos ainda perfeitamente vívida para ainda ser emprestada pelos astrólogos modernos, como se fosse possível estabelecer a improvável conexão entre data de nascimento e personalidade humana.

Todo mundo parece saber o que se espera de um leonino, canceriano ou pisciano. Mas o que vai acontecer com eles, isso permanece um grande mistério, ao menos para nossa astrologia costumeira. O que parece faltar é uma astrologia preditiva, indicando quando e o que esperar do destino.

Com a abertura das relações comerciais e culturais com a velha China, culminada com a histórica visita do presidente Richard Nixon em Beijing em meados dos anos 70, tornou-se igualmente visível facetas ignoradas por nós sobre assuntos bem menos polítizados, como a medicina chinesa e suas raízes práticas e filosóficas assentadas na teoria dos cinco elementos.

Os acupunturistas usam muito essa teoria, assim como os astrólogos e os praticantes da arte chamada de feng shui, ou vento-água.

Do ponto de vista da astrologia dos cinco elementos, as pessoas podem ter 10 signos de direta influência celeste e adicionais 12 signos terrestres, perfazendo 120 signos-base, mostrando uma especificidade numérica dez vezes maior que nossa astrologia calcada em apenas 12 arquétipos.

Dúvidas: fluidos@excite.com

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